Xpoente Gestão de Risco Psicossocial Financeiro Medir minha exposição

Risco psicossocial financeiro: o risco que sua empresa ainda não começou a medir.

Seu PGR mede ruído, calor e postura, e agora também os fatores psicossociais do trabalho. Nenhum deles explica sozinho por que o afastamento, o turnover e o presenteísmo continuam subindo. O dinheiro é a variável que quase nenhuma empresa mede — e a Xpoente a torna visível, mensurável e gerenciável, ao lado do que o PGR já cobre.

Ficha técnica
Norma
NR-1 · capítulo 1.5 · GRO e PGR
Instrumento
IBFC™ · 24 questões · 6 dimensões
Aplicação
Individual e anônima, na base inteira
Devolutiva
Relatório agregado por perfil e plano de ação
Ciclo
Medir · classificar · intervir · reaplicar
R$ 101 biContratados em consignado por trabalhadores CLT no primeiro ano do Crédito do Trabalhador, criado em março de 2025.
8,5 milhõesTrabalhadores com carteira assinada que tomaram esse crédito. Parcela média de R$ 245,90 — descontada direto da folha.
60%Dos empréstimos foram tomados por quem recebe até quatro salários mínimos. É a base operacional da maioria das empresas.
Crédito do Trabalhador · volume acumulado desde o lançamento
100 50 0 31,8 61 101 ago/25 set/25 jan/26 Em R$ bilhões · consignado descontado em folha
Afastamentos por transtornos mentais e comportamentais
472.328 546.254 2024 2025 +15,66% Benefícios por incapacidade temporária concedidos no ano

Fontes: Ministério do Trabalho e Emprego · Programa Crédito do Trabalhador, balanços de agosto e setembro de 2025 e de janeiro de 2026 (17.044.391 contratos desde 21/03/2025). Ministério da Previdência Social · concessões de 2024 e 2025.

Esse desconto passa pela sua folha todo mês. E é o único fator de risco da empresa que ninguém lê como risco.

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A lacuna

O inventário mapeia o trabalho. Falta o que o colaborador leva para dentro dele.

Sobrecarga, assédio, jornada, autonomia, suporte da liderança, metas: são fatores do trabalho, e o PGR trata deles. O endividamento do colaborador não é fator do trabalho e não pertence ao inventário — mas atravessa a mesma pessoa e aparece nos mesmos desfechos: queda de concentração, presenteísmo, pedido de demissão. No ano em que o consignado CLT explodiu, a Previdência concedeu 546.254 benefícios por transtornos mentais e comportamentais, 15,66% acima de 2024. Medir só o trabalho explica parte do que se vê.

O que o PGR mapeia · fatores do trabalho

  • Sobrecarga e ritmo de trabalho
  • Assédio e conflitos interpessoais
  • Jornada, pausas e organização do tempo
  • Autonomia e clareza de papéis
  • Suporte de liderança e reconhecimento

O que o IBFC™ acrescenta · camada complementar

  • Endividamento ativo e comprometimento de renda
  • Estresse financeiro como fator de adoecimento
  • Descontos judiciais e consignados em folha
  • Impacto no trabalho medido, não presumido
  • Evolução do indicador entre uma medição e outra
Uma advertência do MTE que vale para qualquer instrumento. Em suas orientações sobre a NR-1, o MTE registrou que a aplicação isolada de questionários não é suficiente para comprovar a gestão dos riscos psicossociais: os resultados precisam ser tecnicamente analisados e integrados ao inventário de riscos e à avaliação prevista na NR-17. Formulário não é gestão. O IBFC™ segue o mesmo princípio na camada que lhe cabe: não é um questionário avulso, e sim um ciclo de medição, classificação, intervenção segmentada e reaplicação, com registro auditável em cada etapa.
O instrumento

IBFC™ · Índice de Bem-Estar Financeiro Corporativo

24 questões, 6 dimensões, aplicação individual e anônima. O colaborador responde em poucos minutos, sem jargão técnico e sem precisar informar valores, saldos ou nomes de credores — condição para que a resposta seja honesta e para que o índice signifique alguma coisa.

Dimensão 1Endividamento
Dimensão 2Organização financeira
Dimensão 3Comportamento financeiro
Dimensão 4Segurança financeira
Dimensão 5Estresse financeiro
Dimensão 6Impacto profissional

Três perfis, não uma nota

O índice classifica cada colaborador em um perfil e direciona a intervenção correspondente. Perfil é fotografia, não sentença — e o dado volta para a empresa sempre agregado.

Endividado · trilha de Reconstrução
Dívida ativa, estresse alto, impacto direto no trabalho.
Controlado · trilha de Organização
Fluxo equilibrado, sem reserva nem planejamento.
Visionário · trilha de Liberdade
Reserva formada e horizonte de longo prazo.
Como se encaixa

Uma camada a mais no mesmo método

A NR-1 não exige medir endividamento, e o IBFC™ não substitui a avaliação de riscos psicossociais do trabalho. O que ele faz é rodar com o mesmo rigor metodológico que a norma já pede da empresa — e entregar dado que fortalece o plano de ação onde ele costuma ficar genérico.

Método que a NR-1 praticaComo o IBFC™ acompanha
Metodologia de avaliação documentada
Instrumento próprio de 24 questões, com registro de data, amostra e forma de aplicação
Resultado quantificado por fator
Índice por dimensão financeira e distribuição da base entre os três perfis
Plano de ação com responsáveis e prazos
Intervenção segmentada por perfil, que complementa as ações previstas no PGR
Revisão e monitoramento periódicos
Reaplicação programada e relatório de evolução entre ciclos
Privacidade

A empresa fica protegida por desenho

Medir dívida de colaborador é assunto sensível, e a arquitetura do sistema existe para que a empresa nunca tenha acesso ao que não deve ter. As quatro perguntas que todo jurídico faz:

“Isso é dado sensível?”
Tratado como tal, em camada separada e minimizada. A automação orquestra a entrega e não armazena escore, resposta ou perfil individual.
“Vou saber quem está endividado?”
Não. A empresa recebe apenas o agregado e pseudonimizado, com célula mínima. O escore individual fica fora do alcance do RH.
“E o risco de discriminação?”
É justamente por o perfil individual nunca chegar ao RH que o uso discriminatório se torna impossível. A arquitetura protege o colaborador e a empresa.
“E se o colaborador questionar?”
Adesão por opt-in, saída a qualquer momento e direitos do titular garantidos, com DPA e Encarregado previstos em contrato.
O ciclo

Quatro etapas que produzem evidência, não relatório

Medição

Aplicação do IBFC™ na base, com comunicação interna preparada para sustentar a adesão.

Classificação

Segmentação exclusivamente por perfil. Não segmentamos por renda, cargo ou área — e o dado individual nunca volta identificado para a empresa.

Intervenção

Trilha específica por perfil, em vez de palestra única para toda a população.

Reaplicação

Nova medição no ciclo seguinte. É a variação entre as duas que constitui evidência de gestão.

Thayane Amaral Lago, fundadora da Xpoente
Quem conduz

“O dinheiro é o risco psicossocial que a empresa ainda não está medindo. Ele já aparece no afastamento, no turnover e na folha — só não aparece no inventário.”

Thayane Amaral Lago · fundadora
  • Doutora em Sistemas de Gestão Sustentáveis — UFF
  • Mestre em Engenharia de Produção — UFAM
  • Contadora e gestora financeira · especialista em Finanças Comportamentais e em ESG
  • 15 anos no tema · consultoria financeira, gestão pública federal e docência universitária
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O ambiente de aplicação

O sistema não é uma proposta. Já está construído e no ar.

A plataforma é onde o IBFC™ é aplicado, onde a trilha de intervenção é entregue e onde o registro de cada ciclo fica guardado. Duas portas separadas, por desenho: o colaborador entra para responder e percorrer a sua trilha; a empresa entra para acompanhar o agregado. Uma nunca enxerga o conteúdo da outra.

Porta do colaborador

Responde ao IBFC™, recebe a trilha correspondente ao seu momento e avança no próprio ritmo. Nenhuma questão pede valor, saldo, extrato ou nome de credor.

Porta da empresa

Acompanha o índice consolidado, a distribuição da base entre os perfis e a evolução entre medições. Sempre agregado, sempre acima da célula mínima.

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